A incompatibilidade
entre o nosso amor pelos irmãos irracionais e qualquer processo seletivo para
destinar esse amor é total.
Infelizmente, aqui nos
trópicos, gatos são estigmatizados e sofrem uma carga brutal de uma animosidade
injustificável quando se trata de maus tratos, a especialidade de humanos
paupérrimos de espírito.
É nesse contexto que
temos uma atuação piedosa da Catland, uma entidade enriquecida pelo trabalho
voluntário turbinado pela compaixão e pelo amor, ou seja, os dois componentes
primordiais do perfil de quem não
discrimina espécies.
O acolhimento
compassivo de gatos vítimas de maus tratos é a grande oposição da bestialidade
humana que os torturou e o fluído do amor, a grande e insubstituível medicação
de uma ONG voltada para o bem através da adoção.
Não podemos assistir
com passividade e negar o nosso apoio a esse esforço humanitário. Sim, o
aspecto material vale muito quando é o instrumento de uma grande orquestra que
executa com grande esforço a sinfonia do amor pelas vítimas prováveis que se
convertem em alvo favorito da bestialidade mencionada no parágrafo acima.
Em nome da grandeza
espiritual tão necessária neste momento de flagelo viral da espécie humana,
pedimos que considere que a omissão é a grande aliada do torturador que conta
com a ausência de denúncia, um apoio involuntário ao mal.
Omar Manzanares
www.catland.org.br