domingo, 2 de agosto de 2020

CATLAND. Um brado contra o estigma da crueldade


A incompatibilidade entre o nosso amor pelos irmãos irracionais e qualquer processo seletivo para destinar esse amor é total.

Infelizmente, aqui nos trópicos, gatos são estigmatizados e sofrem uma carga brutal de uma animosidade injustificável quando se trata de maus tratos, a especialidade de humanos paupérrimos de espírito.

É nesse contexto que temos uma atuação piedosa da Catland, uma entidade enriquecida pelo trabalho voluntário turbinado pela compaixão e pelo amor, ou seja, os dois componentes primordiais do perfil de quem  não discrimina espécies.

O acolhimento compassivo de gatos vítimas de maus tratos é a grande oposição da bestialidade humana que os torturou e o fluído do amor, a grande e insubstituível medicação de uma ONG voltada para o bem através da adoção.

Não podemos assistir com passividade e negar o nosso apoio a esse esforço humanitário. Sim, o aspecto material vale muito quando é o instrumento de uma grande orquestra que executa com grande esforço a sinfonia do amor pelas vítimas prováveis que se convertem em alvo favorito da bestialidade mencionada no parágrafo acima.

Em nome da grandeza espiritual tão necessária neste momento de flagelo viral da espécie humana, pedimos que considere que a omissão é a grande aliada do torturador que conta com a ausência de denúncia, um apoio involuntário ao mal.

Omar Manzanares

  

               www.catland.org.br