quinta-feira, 26 de julho de 2012

- HOMENAGEM ÀS PROTETORAS DA CAUSA ANIMAL


 

ELA  SE  DOA.  DOA  A  QUEM  DOER…



 Existe algo lotérico em seres humanos que se voltam para a causa animal. Não no sentido de alguma premiação que indique recompensa. A loteria das leis universais gera prêmios para o planeta representados por seres especiais que tem uma aura de ternura no sentido de valorizar seres vivos com os quais dividem o respirar, o sofrer, o amar e, para completar o ciclo natural, morrer.

Quando essa última fase ocorre dentro do lar, o luto é confortado pela paz da consciência de que ela, o personagem motivador deste texto, destinou grande parte de sua energia afetiva para que uma barragem amorosa fosse construida em torno de seus queridos animais prevenindo e corrigindo eventuais sofrimentos.

O saber que resultou da dedicação do estudo de espécies é generosamente dividido pela mesma como uma forma de caridade dirigida, pois sabe que os grandes beneficiados serão animais bem cuidados. Os destinatários finais de instruções transmitidas com muito carinho.

O escudo intransigente de defesa utilizado por ela, na realidade é um ataque visceral contra a crueldade promovida por humanos. Os pobres de espírito, trogloditas que primam pelos maus tratos de animais são um alvo permanente desse ser humano que frequenta a estratosfera da caridade sem ambição.

Sempre alerta, descobre atalhos de comunicação para que outros seres humanos com a mesma índole sejam amparados pelo consolo de que nem tudo está perdido porque mesmo diante de tanta aridez e desencanto, o amor pelos animais é tão perene como a relva.

Esse comportamento significa que ela promove a grande busca de estar em paz com Deus, não importando a forma de concepção dessa divindade, pois os animais são o desdobramento vital que se tornam o grande “Certificado de Existencia” de uma força criativa superior que jamais aceitaria a crueldade peculiarmente humana de matar por diversão e esporte.

Ela é o grande contraponto ao ceticismo que eventualmente pode motivar o abandono da causa, pois apesar de todas as falsidades, fadigas e desencantos sempre existirão seres com esse potencial de doação no cuidado e indignação nos maus tratos.

Uma conjugação de consolo e estímulo para que os filhos do Universo, irmãos das estrelas e das árvores, tenham a alegria de lutar por altos ideais como a causa animal e, com toda certeza, terá a grande chance de reencontro com seres que amou, cuidou e que passaram para outras esferas do planeta. Os laços de ternura tão decantados por espiritualistas jamais deixarão de cumprir a  missão de proporcionar a você essa alegria.


 Omar Manzanares
30/05/08

- CITAÇÕES DE OMAR MANZANARES



 “O amor, o desamor, a adoção e a rejeição fazem parte do leque de situações vividas pelos nossos irmãos irracionais de uma forma muito especial: a impossiblidade de escolher. E quando a escolha é feita por humanos a crueldade, infelizmente, jamais estará descartada.
Cabe aos racionais dotados do nobre sentimento da caridade o empenho para que humanos cruéis sejam conscientizados da atrocidade que estão cometendo ao maltratar um animal. É um processo interminável e que deve durar enquanto a espécie humana estiver presente no planeta, pois desde o Gênesis temos a evidência de que até em situações de louvar deuses, o animais pagam com sua vida por essa demonstração de fé.” 

Omar Manzanares



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Seres humanos que protegem nossos irmãos irracionais da crueldade, são a extensão divina do sopro do Criador que lhes deu vida.
Omar Manzanares
 02/03/2008


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A decantada superioridade racional dos humanos somente estará configurada quando existir de forma paralela aos sentimentos nobres do amor e da compaixão pelos outros seres vivos com o mesmo direito  de compartilhar sua existência neste planeta. Não há ser superior dotado de crueldade e intolerância.
Omar Manzanares
Assessoria de Imprensa para o Mundo Animal


- MATADOUROS – A CRUELDADE INDUSTRIALIZADA

 

A alimentação carnívora com sofrimento de animais e danos para a saúde.


 Ser vegetariano é uma opção de paz de consciência e saúde. Quando seres vivos passam do pasto para um cardápio de churrascaria, há todo um processo de crueldade envolvido. Somente o homem, com a sua sabedoria racional,  pode ter a grandeza de perceber isso.

 O livro dos livros registra :
 “E disse Deus: eis que vos tenho dado toda a erva que dá semente que está sobre a face de toda a Terra. E, toda árvore, cujos frutos dão semente, ser-vos-á para mantimento “ ( Gênesis 1:29).

 É um registro de que seres vivos merecem compartilhar o direito à vida  com o homem e merece ser lembrada uma frase do grande artista e celebridade incontestável Paul McCartney: “Se matadouros tivessem paredes de vidro, ninguém comeria carne”.
 Este alerta visa não somente preservar os animais do abate cruel, mas também a saúde do ser humano, pois nenhuma doença vem por acaso. Toda doença é fruto do erro de viver em desacordo com as leis da natureza.

 Não existe nada mais em desacordo com a natureza do que comer carnes de animais transportados a longa distâncias e sujeitos a grandes sofrimentos para chegar ao matadouro. São aglomerados em veículos sujos e privados por muitas horas de alimento e água. Essas pobres criaturas são conduzidas à morte a fim de que seres humanos tenham uma refeição farta com seus cadáveres.

 A carne, após ingressar no intestino humano, entra rapidamente em decomposição e surgem as toxinas, ou seja, venenos contra os quais o organismo humano não tem glândulas neutralizadoras como as tem os animais carnívoros e aves de rapina. Com a passagem do tempo, a presença desses venenos no organismo acaba se tornando um suicídio lento.

 Quem escolhe ser vegetariano  nota  num curto espaço de tempo que seus sentidos se regeneram, pois tudo que envenena o corpo afeta o cérebro. A energia física torna-se uma consequência natural dessa regeneração mental.
  Diversas experiências  tem sido feitas no sentido de comprovar que vegetarianos, quando se exercitam, são capazes de efetuar duas ou tres vezes mais contrações musculares sucessivas do que os carnívoros.

 Outro argumento incontestável é que os animais hervíboros são muito mais resistentes do que os carnívoros. O leão e o tigre, ferozes e valentes, não podem correr mais do que um quilômetro seguido sem ficarem cansados, enquanto um cavalo corre quilômetros sem apresentar sinal de fadiga.

 É importante a consciência de que ingerir carne é embrutecer a natureza e privar os seres humanos daquele amor e simpatia que devem sentir uns pelos outros. São entre pessoas especiais dotadas desses sentimentos que surgem as entidades de proteção aos animais.
 Essas entidades, apesar de sua piedosa intenção, serão muito mais autênticas a partir do momento que seus membros deixarem de comer a carne, produto embalado por muitos sofrimentos e atrocidades.

 Nunca será tarde para concluir que somos o que comemos.

 Omar Manzanares
 Assessoria de Imprensa para o Mundo Animal

- A CRUELDADE DE CAMA E MESA

  
 Patê de Fígado e Travesseiro de Penas de Ganso.




  De que é feito afinal o nosso coração ?
 Uma pergunta perfeitamente cabível quando em nome da sofisticação a crueldade suprema é cometida com uma das vítimas favoritas : o ganso.
Infelizmente temos que entrar em detalhes para descrever esta barbárie que coloca em cheque qualquer vestígio de credibilidade de que a bondade é implícita na natureza humana.

Para produção do patê de fígado,a  pobre ave sofre um processo de engorda que dá início à atrocidade : tem um tubo de metal de20 a30 cm. introduzido em sua garganta até o estômago. Para que o patê de fígado tenha consistência, em poucos segundos uma quantidade absurda de milho desliza através do tubo para que o fígado alcance um tamanho dez vezes maior que o seu tamanho normal.

Paro por aqui ou vamos em frente ?
 Temos que prosseguir porque o despertar da consciência protetora necessita de saber até que ponto a ganancia e a vaidade chegam para embalar de forma cruel os anseios gastronômicos de um bom gourmet.

 A introdução do tubo na garganta  de forma violenta provoca reações de um semi-suicídio da ave que busca a asfixia e uma perfuração letal no pescoço.
 Com este suplício diário de engorda a ave tem seu fígado atrofiado atingindo dimensões de tortura, pois tem sua respiração dificultada e praticamente não consegue caminhar e são mantidos em gaiolas tão pequenas que não conseguem se manter em pé e muito menos fazer qualquer outro movimento.
O dia matança é o gran finale: chegam praticamente semi-mortos para serem eletrocutados e sangrados. As fêmeas que, segundo esses energúmenos, produz um fígado de melhor qualidade são, na maioria das vezes trituradas vivas.

Foie Gras….

Que nome sofisticado para expressar até que ponto uma atrocidade chega até um cardápio que deve servir de iguaria a um paladar de tanta insensibilidade e que traz uma carga enorme de vergonha para a espécie humana. Temos que acreditar que não haverá impunidade para quem participa deste processo desde a “produção” até o consumo, pois caso contrário a justiça que se origina da divindade não teria sentido.

 Amaldiçoados sejam  em nome da dedicação dos que amam e protegem nossos irmãos irracionais.

 Outra ingenuidade consumista é acreditar que não há suplício para a confecção de travesseiros de penas de ganso. As penas não caem. Basta mencionar este detalhe para que a imaginação do leitor possa alcançar a forma cruel como são extraídas.

 É impossível dormir com a consciência tranquila num travesseiro confeccionado com esse “material”.
 Não é exagero fazer uso da  menção de uma expressão popular de que em nome do status alimentar e do “conforto” durante o sono: “O ganso paga o pato”…

 Omar Manzanares
 Assessoria de Imprensa para o Mundo Animal

- OS ALADOS SÃO AZARADOS ?

 

Pássaros jamais devem estar em segundo plano para a bondade humana.


Omar Manzanares
Assessoria de Imprensa para o Mundo Animal         
                
É evidente que se trata de uma pergunta que desperta a curiosidade do leitor no sentido da sua finalidade, a qual é chamar a atenção sobre um “segundo plano” onde estão situados os pássaros em termos de proteção e preocupação por parte de quem ama nossos irmãos irracionais.

Cães e gatos estão com uma prioridade muito acentuada em relação a outros seres vivos que merecem ser alvo de uma ação piedosa e protetora, considerando principalmente as ações humanas predatórias em termos de pássaros exóticos.

Estes serão sempre a “bola da vez” em termos de sofrimento. São adquiridos por pessoas que por preguiça ou ignorancia não se informam em termos de acomodação (poleiros finos ou grossos demais) ou alimentação nutritiva. Neste aspecto há uma repetição (sempre a mesma) ou insuficiência nutricional e muitos são deixados ao relento onde, dentro de pouco tempo, adoecem e morrem.

Quem se dedica à causa animal não pode ter essa miopia de colocar como alvo de suas ações protetoras apenas cães e gatos. Basta dizer que pássaros da nossa fauna silvestre são arrancados de seus ninhos ainda bebês e raramente sobrevivem aos maus tratos porque não existem entidades para resgatar pássaros. Apenas o IBAMA executa a tarefa de fiscalização e punição a esses marginais que tornaram esse comércio um meio de vida lucrativo embora asqueroso.

Para que essa ação se torne efetiva, listamos abaixo algumas recomendações que, se repassadas, poderão se constituir numa grande malha protetora:
- Jamais usar “cola para espantar pombos” pois esta cola causa a morte com sofrimento de inumeras outras espécies.

- Se você vir uma linha de pipa enroscada em algum arbusto ou arvore, ainda que seja de poucos centimetros, retire-a! Muitos pássaros nobres morrem com estas linhas enroscadas em seus pés. É lamentavel ver um pássaro com os pés atados e já em processo de infecção devido aos cortes causados pelo cortante.

- Jamais devemos jogar chiclete nas ruas, praças ou parques pois os pássaros frugivoros (que comem frutas) acharão que se trata de uma frutinha silvestre e tentarão comer o chiclete que o matará em poucos dias ou horas.

- Devemos colocar as famosas garrafinhas para beija-flor apenas se pudermos trocar a agua TODOS OS DIAS, caso contrario, melhor nem comprar a garrafinha, o desleixo na hora da troca da agua mata os pobres e delicados beija-flores e tambem sanhaços e cambacicas.
- Caso tenhamos o desejo de ter uma fonte de agua no quintal para atrair os pássaros, devemos ter o cuidado de colocar pedras no fundo para que o piso fique raso, se ele for fundo, pode e certamente vai matar pequenos pássaros afogados, eles não conseguem sair de locais fundos. Este cuidado vale tambem para quem tem piscina em casa, devemos mante-la coberta.

- Algumas pessoas acham que ter um viveiro é lindo, porém, no inverno este viveiro precisa ser hermeticamente fechado pois pássaros de cativeiro morrem com facilidade com temperaturas muito baixas, ventos forte ou oscilações constantes. Doenças respiratórias são a maior causa de morte entre os pássaros de cativeiro.

- Se for colocar alimento como sementes e frutas em seu quintal, cuidado! As frutas devem ser trocadas diariamente e as sementes jamais podem tomar chuva ou ficarem umidas pois isso pode apodrece-las ou desenvolver fungos o que vai matar seus visitantes.

- Sobre pássaros em cativeiro, eles jamais devem passar o dia em local aberto pois um ataque de gavião é algo inevitável (ainda que seja em cidades grandes como São Paulo) o numero de gaviões tem crescido nas cidades pela falta de habitatem florestas. Entãoum pássaro numa gaiola torna-se alvo fácil para os gaviões que apesar de não conseguir come-los, conseguem mata-los com suas garras.

- Se algum dia você vir em um pet-shop pássaros expostos ao vento, chuva ou sol forte, fale com o lojista e caso ele se omita de fazer algo, denuncie-o por maus tratos a qualquer orgão ou delegacia.
- Muitas pessoas colocam veneno para ratos em seus quintais, mas se esquecem que os pássaros estão à procura de comida, então os girassois com veneno, chumbinho ou granulos cor de rosa parecerão atraentes para os pássaros que irão comer e morrer em seguida.

Nossa fauna alada é vasta e merece ser contemplada com olhos protetores de seres humanos especiais como você que lê com interesse este texto.
Contamos muito com isso.


Omar Manzanares
Assessoria para o Mundo Animal


- A ARTE QUE DÁ PENA

 


A crueldade embutida no artesanato feito de penas e partes de animais.


 Não compre artesanato com penas ou partes de animais, lembre-se que eles morrem para que esta peça seja feita!

 Em nome da exibição e venda de artesanatos gerados pela cultura indígena grandes atrocidades são cometidas para a obtenção das penas que com sua variedade de cores geram um fascínio nas pessoas que buscam uma decoração diferenciada.

 A infinidade de objetos representada por brincos, colares, cocares, transforma a beleza na cortina que esconde a forma cruel como foram obtidas as penas de psitacídeos usadas para decoração dos mesmos. Não podemos ser ingênuos a ponto de acreditar que essas penas foram obtidas sem o sacrifício cruel de um animal silvestre que era de uma beleza de encantar os olhos até que um predador nefasto e cruel invadiu sua floresta para matá-lo com o objetivo de extrair suas penas que após trabalho de um artesão inescrupuloso, passaram a ser admiradas numa das inúmeras feiras que são muito concorridas em passeios dominicais.

 Turistas adquirem esses objetos com a naturalidade dos incautos. Afinal de contas, o que vale é retornar para suas regiões de origem com um objeto exótico para decoração de um ambiente, o que configura uma situação em que meios e fins são igualmente repulsivos.
O nosso mundialmente famoso Carnaval e outras festas que envolvem fantasias são na realidade um desfile da crueldade ornamental quando animais preciosos como araras e faisões são sacrificados para que uma fantasia seja premiada num concurso ou ovacionada pelo público, cabendo a ressalva que, felizmente, nem todas as fantasias são confeccionadas com penas.

É incrível que a forma de confecção da fantasia e seus detalhes sórdidos sejam ignorados em nome de uma manifestação cultural de natureza folclórica, pois absolutamente nada justifica o massacre dessas preciosidades vivas que encantam nossos olhos quando documentários são exibidos na TV mostrando as mesmas em seu habitat. São as jóias visuais da floresta.

A consciência ambiental pode ser expressa através da recomendação para que você, além de não adquirir esse tipo de objetos artesanais, exerça uma tarefa de convencimento para que amigos que incluem em suas horas de lazer uma visita a esse tipo de feira façam o mesmo. Trata-se de uma postura condizente com a bondade que está embutida na natureza de muitos seres humanos com exceção daqueles que de forma cruel e inconsequente se dedicam à confecção e venda do artesanato predatório.


Omar Manzanares
Assessoria de Imprensa para o Mundo Animal


- CAÇA. E SE A CRUELDADE NÃO EXISTISSE ?

 

A irracionalidade cruel da caça predatória.


Convido o qualificado leitor a uma reflexão sobre o pensamento abaixo, o qual reflete com muita amplitude o objetivo deste texto :
“A decantada superioridade racional dos humanos somente estará configurada quando existir de forma paralela aos sentimentos nobres de compaixão e amor pelos demais seres vivos com o mesmo direito de compartilhar sua existência neste  planeta. Não há ser superior dotado de crueldade e intolerância”
Crueldade e intolerancia….

Há uma ação dos humanos que expresse mais esses dois termos depreciativos do que a caça predatória ?
 Se Martin Luther King teve um sonho, o que impede que façamos o mesmo no sentido de imaginar um mundo sem a caça, onde várias espécies com ou sem marfim poderiam coabitar as vastas planícies africanas com a tranquilidade que somente a mente humana e suas armas poderiam colocar  em perigo.

Um mundo especial e imaginário que somente nos motiva a divulgar que, infelizmente, esta imbecilidade cruel já chegou ao nosso precioso Pantanal conforme divulgação recente pela mídia.

Caçadores são verdadeiros excrementos da espécie humana e que buscam a paz de consciência no refúgio insensato de que é um negócio.

Marfim, peles, cabeças são os ornamentos que caracterizam esse comércio atroz muito bem retratado no anúncio televisivo de Harrison Ford, uma celebridade que tem a preservação da natureza incrustada em seu comportamento e sempre será merecedor de um tapete vermelho por parte dos adeptos da causa animal em qualquer país que tiver a honra de receber sua visita.

 Infelizmente, caro leitor, a crueldade é vasta e com muitas faces. Desde o garoto que destroi um ninho de pássaros por maldade instintiva até aqueles seres repugnantes personagens da história real do filme “A Montanha dos Gorilas”, os caçadores que aliados aos nativos promoviam a matança indiscriminada da espécie para, obviamente, fins comerciais.

 Cabe a nós protetores bancar o preço da vigilância constante. Seja contra o carroceiro que chicoteia um pobre cavalo ou com o imbecilóide que abandona um pobre cão expondo o mesmo à impediedosa realidade das ruas.

 Não desistam jamais. Somos a esperança para que o planeta descrito na frase inicial deste texto esteja mais próximo dos ideais de John Lennon em “Imagine”.


Omar Manzanares
Assessoria de Imprensa Para o Mundo Animal


- O ABANDONO DOS SEM DONO

 

A compaixão é um dos sentimentos mais nobres entre aqueles com os quais a natureza humana foi contemplada e jamais deveria ser seletivo quando se trata de seres vivos. O cão abandonado merece a mesma intensidade de solidariedade que qualquer outro ser que se vê privado de alimentação e água após ter sido lançado numa masmorra a céu aberto, o que caracteriza uma das maiores crueldades que geram um suplício que somente a morte ou a intervenção piedosa pode colocar um paradeiro.

 Várias manifestações culturais são preconceituosas em relação a essa pobre criatura desde o inesquecível desenho animado de Walt Disney, cujo título foi traduzido para o nosso idioma com uma dose canina de insensibilidade: “A Dama e o Vagabundo

 Todos sabemos a carga depreciativa contida na palavra “vagabundo”, a qual somente adiciona aspecto negativo a outras manifestações, inclusive as oficiais. O termo “técnico” para classificar um cão abandonado perante o órgão da administração municipal que há pouco tempo promovia a remoção do mesmo das ruas dos  centros urbanos era “cão vadio”.

 A grande vadiagem é a do pensamento acomodado que faz com que alguns simplesmente ignorem esse desfile de mortos-vivos perante nossos olhos e encarem com  a naturalidade dos conformados o martírio gerado por alguém que agiu com a crueldade extrema perante um ser indefeso : o abandono consciente.

  Adoação responsável é o caminho redentor que pode cobrir de dignidade uma ação de caridade.  Quanto menos seletiva for por parte de quem recebe um ser vivo no ambiente de seu lar, mais será condizente com os princípios básicos daqueles seres especiais que se recusam a fazer parte da omissão generalizada em relação ao sofrimento de nossos irmãos irracionais.

 A conscientização tem que ser iniciada no período mais  puro da criatura humana: a infância. Através de ensinamentos específicos sobre a importância de outros seres vivos no contexto de nossa vida, poderemos concluir que a  divindade   nos enviou um mensageiro como São Francisco de Assis  com um propósito básico de ensinar que a ingratidão perante o grande amigo do homem  é simplesmente inaceitável.     

É impossível ignorar as iniciativas caridosas de entidades e pessoas que de forma incansável se dedicam a minimizar esse sofrimento. São exatamente esse grupo de seres humanos ainda minoritário que leva a concluir que nem tudo está perdido e que em qualquer fase de nossa vida não temos o direito de ignorar o sofrimento dos que não tem voz e escolha.

 Se você consegue visualizar e sentir a atitude de ternura contida num abanar de rabo, seja bem vindo ao clube dos seres especiais. Aqueles que marcarão a sua passagem pela vida no plano físico com atitudes positivas no sentido de reprender de forma civilizada porém firme a criança que maltrata um animal. A redução do abandono nas futuras gerações será a recompensa concreta por essa atitude educativa e humanitária.


 Omar Manzanares
Assessoria de Imprensa para o Mundo Animal


- ENTREVISTA COM O TOURO

 

Um espetáculo brutal e sanguinário como forma de entretenimento.


 por  Omar Manzanares

 Se a fábrica hollywoodiana de ilusões já utilizou a ferramenta da ficção para entrevistar o personagem de um vampiro interpretado por Tom Cruise, não há razão que impeça um ligeiro papinho com a vítima mais previsível do show business mundial: o touro. Ele mesmo. Aquele que em sentido contrário ao do vampiro, vai ofertar seu sangue para a estatística sinistra do matador e sua carne impregnada de toxinas de fúria para alimentar sei lá quem, mas, sem dúvida seres humanos que serão as vítimas futuras de anos de ingestão de proteína animal.

Somos o que comemos e a justiça antagônica à crueldade virá com o tempo na arena representada por um Centro Cirúrgico para alguns e outros terão o seu sofrimento abreviado por um enfarte fulminante, mas, para manter  a fidelidade ao título, vamos nos transportar para os instantes que antecedem o ingresso do nosso entrevistado  na arena, quando os acordes da banda taurina impregnam de alegria o ambiente com um Paso Doble, mas, para a orelha do entrevistado (aquela que será cortada e jogada como um troféu ao público) soa como a marcha fúnebre diante da morte inevitável. A entrevista exclusiva é a grande missão humanitária.
 A primeira pergunta surge com uma lógica avassaladora, porém necessária:

Como você se sente diante da morte anunciada nos próximos minutos ?
Resposta: Triste. Não somente por mim, mas pela cultura de um país que doa ao mundo escritores como Cervantes, tenores como Domingo, Carreras e atores como Banderas e que necessita deste espetáculo deprimente e sanguinário para ilustrar cartazes turísticos convidativos para que venham assistir a minha execução. A Espanha e países hispânicos se transformam em grandes exportadores de entretenimento atroz  com o intercâmbio de matadores para exibição de seus dotes de maestria no uso da capa e espada.

 A segunda pergunta  utiliza um “gancho” da primeira resposta do entrevistado:
Já que o senhor mencionou a palavra “cultura”, não acha que é tarde demais para extinguir um espetáculo culturalmente consagrado através dos séculos ?
Resposta: Nunca será tarde para eliminar esse fardo pesadíssimo que é sempre jogado nas costas largas da cultura, pois em nome dela se busca a justificativa de comer outros irmãos irracionais como, por exemplo, cães no Extremo Oriente e camelos no Oriente Médio. Enfim, o ato de evitar o sofrimento cruel de outro ser animado jamais será tardio e sim redentor.

A terceira e derradeira pergunta é importantíssima, pois procura saber da vítima, o que acha do algoz :
O que significa o homem na sua existência ?
Resposta: Um ser digno de piedade. Sim essa mesma piedade cuja ausência ditará minha morte nos próximos minutos. Um ser vítima da insensibilidade alimentada pelo sangue vertido em muitas guerras e que, com nobres exceções, prima pela crueldade com meus outros irmãos e, convenientemente, ignora o exemplo dado pelo Divino Mestre da Galiléia ao abominar a alimentação com vísceras animais e a crueldade diante de seres indefesos como entretenimento. Seus seguidores foram vítimas dessa mesma crueldade no Coliseu anos depois quando foram considerados uma ameaça ao Império Romano.

 Mesmo caracterizada pelo realismo terrível contido nas respostas, a breve entrevista foi encerrada com o toque do trompete e o rufar dos tambores anunciando que o “espetáculo” seria iniciado e a crueldade seguiria o seu curso para horror dos sensíveis ausentes e deleite da massa entorpecida pela brutalidade diante de seus olhos. Esse torpor os impede de enxergar  que música, cores, ritual de entrada e gestos teatrais do matador jamais darão dignidade a essa chacina folclórica.

Argumentos hispânicos no sentido de que a “Farra do Boi” por  possuir os mesmos requintes de crueldade da tourada, deveria ser uma preocupação prioritária de brasileiros, soam ridículos diante do fato de que adeptos da causa animal não se deixam dominar por sentimentos arrebatadores como o nacionalismo. São pessoas cosmopolitas que abominam o sofrimento de qualquer ser vivo em qualquer parte do mundo e relegam para  segundo plano a origem do seu passaporte. Basta registrar que o autor deste texto tem a cidadania espanhola e toureiros no seu círculo familiar.

A crueldade somente é incorporada à cultura de um país porque a omissão dos adultos em termos de bons exemplos permite que crianças absorvam essa herança cultural cruel. Em algumas províncias do Sul da Espanha existe a brincadeira infantil  de simular a tourada entre dois participantes, quando um deles segurando um par de chifres investe contra o outro para testar sua habilidade de se esquivar. Embora seja tragicômico, é válido o comentário de que na Espanha,  somente nessa situação um ser humano se coloca no lugar do touro.
 Espetáculo de horrores onde até cavalos morrem…

 DETALHES DO RITUAL SANGRENTO

Toda tourada se realiza sob o olhar atento de um  juiz ou “presidente”, às vezes o governador da província, auxiliado por um veterinário e por um especialista, em geral um toureiro aposentado. 

Numa corrida de touros completa apresentam-se três matadores, que se alternam enfrentando seis touros de briga criados na mesma fazenda. Cada matador tem seus próprios assistentes: os banderilleros com pequenas lanças, os picadores montados a cavalo e seus assistentes, os monosabios e, por último, os areneros cujo trabalho é deixar a arena limpa. Juntos eles formam a equipe do matador, sua cuadrilla.

Antes do início da tourada, as tres cuadrillas, luxuosamente vestidas, percorrem a arena ao som do paso doble e saúdam o juiz e a multidão.
Cada combate é dividido em três partes, ou tercios, precedidas por uma espécie de introdução. Como sinal para o início de cada fase, o juiz acena com um lenço branco, enquanto soa a banda taurina com destaque para o clarim e o rufar do tambor.

Quando o touro é libertado e corre para a arena, são assistentes com capas, os peones que o enfrentam, permitindo que o toureiro avalie suas características. Em seguida, o matador salta na arena e faz uma série de passes com a capa.

O primeiro entre os principais atos é realizado por dois picadores, que tem por função ferir e enfraquecer o touro com pequenas lanças pontudas. Na segunda fase, três pares de lanças decoradas com fitas coloridas, as banderillas, são cravadas no quarto dianteiro do animal por velozes banderilleros, ou, às vezes pelo próprio matador.

Por fim, chega o momento do clímax: o tercio de muerte, em que o touro será morto. O matador ergue a espada e a pequena capa escarlate e dirige-se ao camarote do juiz para pedir permissão para matar o touro. A habilidade demonstrada nos passes provam seu domínio sobre o touro e determinam sua reputação como toureiro. Ele dispõe de apenas 15 minutos para demonstrar sua capacidade de permanecer próximo ao touro enfurecido e apenas 5 minutos para realizar sua parte, considerada a mais difícil do ritual quando, se tudo correr como previsto, o matador se coloca entre os chifres do touro e o mata com um golpe preciso de espada.

As touradas raramente terminam sem algum incidente. Se o golpe de espada do matador não atinge um dos órgãos vitais e há a possibilidade  do touro sangrar lenta e dolorosamente até a morte, esse sofrimento precisa ser evitado por meio de uma adaga especial de cabo longo que o matador enterra na cabeça do touro.

Quando morre, o animal é arrastado para fora da arena por uma  parelha de mulas correndo a todo galope ao som do paso doble. Se foi muito corajoso, ele tem direito a uma última volta pela arena. O juiz em seguida, recompensa o matador por sua bravura, dando-lhe uma ou duas orelhas do animal e, em casos especiais, também o rabo.


Omar Manzanares
Assessoria de Imprensa para o Mundo Animal  


- PARA OS ANIMAIS, NEM SEMPRE DEUS DÁ O FRIO CONFORME O COBERTOR


O sofrimento de animais desprotegidos no inverno.


  Obviamente esta frase vale para localidades deste Brasil continental onde o inverno é rigoroso. Foi utilizada numa canção famosa dos anos 50, talvez o grande sucesso de Adoniran Barbosa, a expressão máxima do Samba Paulistano.

 Devemos refletir sobre um tema que é a “crueldade passiva”, aquela que ocorre quando humanos dotados de bondade e compaixão adotam um animal, porém se descuidam com a proteção contra baixas temperaturas. Esse descuido é cruel e às vezes pode ser fatal como, por exemplo, a pneumonia de felinos.

 Uma adoção envolve um cuidado global em todos os aspectos e, por exemplo, deixar um papagaio exposto a uma baixa temperatura é simplesmente uma atrocidade de passividade relativa, pois não se pode isentar de culpa quem age com esse descuido seja por falta de informação ou por simples desleixo.

 
 Essa menção vale (e muito) para Pet Shops que deixam pássaros expostos ao vento, pois exibir a “mercadoria” na entrada do estabelecimento é “business”, o chamariz para eventuais interessados. Não há uma diferença gritante entre essa forma de exposição de pássaros e os que maltratam intencionalmente por terem a maldade entranhada em sua forma de ser.

 Vizinhos que agem dessa forma (exposição ao frio e às intempéries) devem ser denunciados sem nenhuma contemplação por maus tratos. Um protetor coloca-se acima de tudo como um escudo contra a crueldade para com seres que tem a mesma sensibilidade (frio, dor,etc) que os humanos. Não podem  vacilar um segundo na vigilância  esteja onde esteja localizado o pobre animal.

 Essa denúncia não se define apenas como um ato humanitário. Revela a beleza interior e compaixão que existe no denunciante, o qual, de forma destemida exerceu a sua ação para estar em paz com sua consciência.

 Adotar e não cuidar é a crueldade em duplicidade e uma forma atroz de revelar que a pobre criatura de Deus caiu em mãos indignas dessa adoção.


Omar Manzanares
Assessoria de Imprensa para o Mundo Animal


- PROTETORES – SEMPRE UM CORAÇÃO DE MÃE DISPONÍVEL

 

Almas generosas em desfile para aplauso geral.

 Não é raro surgir na imprensa críticas a pessoas que de forma abnegada cuidam de uma enorme quantidade de cães e/ou gatos. Nada mais injusto para quem se doa em tempo integral nos cuidados sejam nas suas mais variadas formas : alimentação, tratamento de doenças e, principalmente o carinho para seres que não tem voz e já nascem indefesos perante a crueldade do abandono.

 Não há argumento crítico que possa se sustentar contra quem pratica a caridade de uma forma descomunal e desinteressada arcando com todos os custos dessa atividade seja em forma de alimentos, medicamentos, etc.

 Não há excentricidade alguma nessa situação. É um exemplo típico de que entre seres humanos existem preciosidades em termos de compaixão piedosa. Aquela que caminha exatamente no sentido oposto de quem maltrata um ser indefeso se considerarmos que todos animais abandonados já foram tão vítimas de um massacre emocional, que ao cruzar com humanos, tem o o medo instintivo como marca registrada.

 Essas pessoas especiais, cujo coração é um abrigo ilimitado para nossos irmãos irracionais, deveriam sim ser objeto de um grande respeito e tributo pelo grande incentivo que representam à adoção. Sim, a adoção que ignora raça e aspecto físico do animal. A adoção que se torna a grande arma que poderia ser a redenção de seres humanos de boa índole que permanecem apenas na vontade e não a colocam em prática.

 Esses locais administrados por seres abençoados deveriam sim serem considerados santuários pela sua grande compatibilidade com relatos de infância de Jesus Cristo. Aquele que jamais maltratou um animal e nunca se  alimentou de carne de vítimas de abate.

 Os argumentos acima expostos merecem uma reflexão especial, a qual pode ser resumida numa pergunta de grande sentido lógico:
 Se pessoas abnegadas cuidam de uma enorme quantidade, por que não posso adotar apenas um ?

  Omar Manzanares
 Assessoria de Imprensa para o Mundo Animal


- QUANDO A COMPAIXÃO SELECIONA

 

Almas generosas em desfile para aplauso geral.


EXISTE DIFERENÇA ENTRE O AMOR DE UM CÃO COM PEDIGREE E DO SEM RAÇA DEFINIDA?


A adoção de um animal doméstico é um das escolhas de vida em que a racionalidade se choca de uma forma direta com a compaixão direcionada para um cão abandonado.
Racionalidade seria a ostentação de ter um animal com um pedigree respeitável. Um vira-lata abandonado seria a última da escolha.

Por que teríamos que ser tão racionais nesta hora diante do sofrimento de um ser vivo muitas vezes abandonado de forma fútil e cruel por humanos que em termos de humanidade são um deserto de valores.

Meu exemplo ao adotar um cão abandonado, maltratado, traumatizado,etc representa a grande virtude de que todos nós comos capazes: ser compassivos diante da crueldade e optar por dar guarida a um animal que passou por experiências que representam algo impensável em termos de sofrimento nas ruas de uma metrópole cruel não somente pela índole negativa de alguns moradores como também pela omissão dos que ignoram mesmo sentindo compaixão. Da compaixão para a adoção existe uma trilha que somente seres dotados de uma aura especial conseguem percorrer.

Esse cão abandonado que adotei passou a ser um familiar abençoado após a cura de todas as feridas físicas e emocionais. É um ser vivo que enche de alegria nosso lar com todas as sensações positivas que a a sua companhia gera como gratidão e paz de consciência pela adoção compassiva.

Tente percorrer a “trilha”. Não hesite em adotar um cão abandonado, pois a recompensa em termos de paz de espírito e felicidade por um novo habitante em seu lar é indescritível, além do fato de servir de exemplo positivo para os que o abandonaram, os quais, também são dignos de compaixão pela pobreza de espírito e ausência de sentimentos nobres.

A trilha está aberta. Dê o melhor de si e seja bem vindo à casta nobre de seres humanos especiais que tem a “terceira visão” com o “olho do coração”.
Os abandonados estão esperando sua compaixão em troca da racionalidade da ostentação que nem sempre um pedigree acrescenta.Todos, absolutamente todos, com ou sem pedigree tem direito a um lar que poderia muito bem ser o seu.


Omar Manzanares
   Assessoria de Imprensa para o Mundo Animal


- O INSULTO SEM INDULTO

 

 Nomes de animais utilizados para insultar.
 A criatividade humana, com exceção dos seres especiais e piedosos, tem sido negativamente utilizada para a crueldade em relação aos nossos irmãos irracionais seja através do abandono, dos maus tratos e, como no caso desta abordagem, utilizando o nome dos mesmos para insultar.
Ser chamado de cachorro, burro ou anta,
você se ofenderia?



 “Cachorro”, “burro”, “anta”, “cavalo”, “besta” (ainda tem o etc.) são exemplos do falso conceito da superioridade racional dos humanos ao insultar um desafeto da mesma espécie. É difícil entender como se pode desqualificar uma pessoa através do “rótulo” com o nome de um animal.

 O insultado deveria se sentir envaidecido, pois os irmãos irracionais que acima mencionei são um exemplo vivo e sofrido de ausência de maldade, incapacidade de odiar típica dos humanos e absolutamente nada justifica essa atitude, a qual muitas vezes, é simplesmente automática e irrefletida.

 Uma vez mais, a conscientização de crianças, o trabalho na raiz, é a solução para que gerações futuras tenham em sua população uma parte considerável de humanos com a piedade na sua forma de ser. Não insultar com o nome de animais seria um progresso significativo. Não maltratar  seria o sonho realizado dos humanos que se doam para as várias entidades de proteção sem nenhum interesse material. Eles são a grande esperança  de que seus sucessores consigam uma conscientização no mundo infantil de que adotar um animal, exercer o amor na sua relação com ele, são atitudes que  caracterizam o ser civilizado.

 O desprezo por exemplos copiados da Europa e Estados Unidos  (touradas e rodeios) deve ser trabalhado com amor na mente infantil  e  os exemplos positivos da fidelidade de um cão,  a beleza do vôo de uma ave serão as ferramentas de conscientização de que o mundo animal tem somente exemplos positivos a serem copiados por humanos e insultar seria uma atitude totalmente desnecessária quando sentimentos nobres prevalecem.

 Lembre-se  que John Lennon e Martin Luther King foram grandes sonhadores e seus sonhos pacifistas mudaram gerações que os sucederam. Sonhar está fora do alcance da Receita Federal e colocar em prática seu sonho conscientizando uma criança, seria o grande início.

   Omar Manzanares
            Assessoria de Imprensa para o Mundo Animal