sexta-feira, 27 de janeiro de 2017

A ESTRELA QUE VOLTOU PARA O FIRMAMENTO



Mary Tyler Moore regressou para o plano astral de onde partem seres com missões de alta nobreza como a de proteger nossos irmãos irracionais aqui na Terra.
Celebridades que se dedicam a exaltar esse tipo de amor são a nata da espécie humana pois suas ações tem grande repercussão midiática e se transformam numa usina de exemplos de alta dignidade e coragem.
Por que coragem ?

Porque correm o risco de  serem rotuladas de excêntricas ao classificar como dantesco o “espetáculo” deprimente de matança de golfinhos na ilha de Taiji no Japão. Uma mancha na história da humanidade como tantas outras.
Ao se lançar como um ícone na árdua luta para evitar a matança de focas recém nascidas, Brigitte Bardot não necessita de fama e prestígio porque esses dois quesitos já foram conquistados por ela na década de 50. É amor puro sob o manto da compaixão e coragem para evitar essa monstruosidade que causa uma repugnância indescritível.
Somos obrigados a aceitar passivamente o argumento de que o ser humano faz parte da natureza e a dita cuja é cruel ?

Linha de pensamento que não resiste à uma análise superficial porque animais não degolam seus semelhantes e jamais guardam mágoa e os humanos tem o grande exemplo a seguir para deixar de matar através da crueldade absurda do terrorismo.
Os protetores de animais preferem ser rotulados de filósofos sonhadores porque são a extensão divina do sopro do criador que lhes deu vida com o destaque para o contigente feminino, uma maioria absoluta em qualquer manifestação pública.

Que Mary Tyler Moore seja coroada com a paz dos que cumpriram sua nobre missão de protetora na sua passagem por este planeta que não merece o novo presidente do país onde ela nasceu e venceu.

                                  Omar Manzanares
                    Assessoria de Imprensa para o Mundo Animal


terça-feira, 17 de janeiro de 2017

DISK DENUNCIA ANIMAL EM SP - CAPITAL

                                      

Em São Paulo, Capital existe a Delegacia Eletrônica de Proteção Animal para denunciar maus tratos contra cães, gatos, pássaros e animais silvestres.

A pessoa que fizer a denúncia por meio da delegacia eletrônica receberá um retorno após o registro inicial da ocorrência para prestar informações complementares. Em seguida, o caso será encaminhado à delegacia de polícia local, que adotará as providências necessárias.

As denúncias também podem ser anônimas, sem necessidade de o cidadão se identificar, se assim ele preferir. Basta notificar data, local e horário aproximado em que ocorreu o crime e identificar o autor pelo nome ou apelido, se houver.

O animal pode ser classificado por espécie (cão, gato, pássaro etc), se é adulto ou filhote. Quanto mais detalhada a denúncia melhor para a apuração policial.


Divisão de Investigação sobre Infrações de Maus-Tratos a Animais

Avenida São João, 1.247, centro, São Paulo

Funcionamento 24h

Telefones: (11) 3338-0155 | 3338-1380


sábado, 14 de janeiro de 2017


INSTRUMENTO DE TORTURA


Não há mínima intenção de inventar a pólvora ao trazer para os holofotes da consciência altruísta o efeito nefasto dos rojões sobre nossos irmãos irracionais, principalmente os que compartilham os momentos de altos e baixos da gangorra da vida em nosso lar com todo o conteúdo afetivo que a palavra “estimação” envolve.

Quem viveu os anos subsequentes à Segunda Guerra Mundial lembra perfeitamente de refugiados sobreviventes que se ausentavam de São Paulo durante as festas juninas porque rojões e seus efeitos sonoros os reconduziam ao motivo da busca de um refúgio pacífico no Brasil, o país dos refugiados. Sim, eram os chamados neuróticos de guerra.

É um grande desafio ao raciocínio lógico querer entender porque temos que comemorar momentos de alegria com explosões com a grande e suprema ressalva de que fogos de artifício de efeito visual jamais estarão na categoria que se constitui no alvo da crítica contida neste texto.

Ao contrário dos neuróticos de guerra, nossos irmãos irracionais domésticos não tem o refúgio seguro. Buscam de forma desesperada locais do lar onde obviamente não existe isolamento acústico com a pulsação acelerada devido ao pânico instalado. Um pau-de-arara sonoro que passa a ser extensivo aos que os amam e nada resta senão o “jus esperneandi” e lembrar com extremo rigor da genitora do vizinho que está soltando rojões. Muitas dessas pobres criaturas sem vez nem voz sofrem paradas cardiorrespiratórias e convulsões que podem resultar em morte com o detalhe tenebroso de que podem sofrer mutilações atravessando portas de vidro, batendo a cabeça contra paredes ou grades ou até atirando-se de janelas.

Sim, a lei é voltada para os humanos como, por exemplo, o ingresso com rojões em estádios de futebol é proibido, porém abolir o uso desse artefato em eventos festivos seria impensável como se a explosão fosse um efeito determinante para caracterizar um momento de alegria.

Em países da europa só é permitido soltar rojões em áreas previamente estabelecidas para não prejudicar a fauna. Aqui nos trópicos a evolução é lenta e imprevisível.

A prevenção, algo tão difícil de colocar em prática na cultura brazuca, é o melhor e único remédio para este caso. Pelo menos por enquanto.

 

Recomendações:


Acomode os animais dentro de casa, em lugar onde possam se sentir em segurança, com iluminação suave e se possível um radio ligado com música.
Fechar portas e janelas para evitar fugas e acidentes fatais.

Para abafar o som, coloque cobertores pesados ou mesmo um colchão tampando a janela. Pode forrar o chão com cobertor e cobrir o bichinho com um edredom.


Forneça alimentos leves, pois distúrbios digestivos provocados pelo pânico podem matar (torção de estômago, por exemplo).

Procure um veterinário para sedar os animais no caso de não poder colocá-los para dentro de casa. Animais acorrentados acabam se enforcando em função do pânico.

Alguns veterinários aconselham o uso de tampões de algodão nos ouvidos que podem ser colocados minutos antes e tirados logo após os fogos.

Observações  sobre cães:

Não deixe muitos cães juntos, pois, excitados pelo barulho, brigam até a morte. Tente deixá-los em quartos separados.


Antes da queima de fogos, leve seu animal para perto da tv ou de um aparelho de som e aumente aos poucos o volume de tal forma que ele se distraia e se acostume com um som alto. Assim não ficará tão assustado com o barulho intenso e inesperado dos fogos.


Observações  sobre gatos:

Escolha um quarto da casa que tenha uma cama e um armário e prepare para ser o quarto dos gatos no reveillon. Feche os gatos neste quarto a partir dos primeiros rojões e deixe-os lá. Deixá-los soltos aumenta o medo, a correria e o desespero, e eles acabam se enfiando em lugares como embaixo da máquina de lavar e da geladeira;


Para quem mora em casa, com gatos que tem acesso à rua, recolha os gatos antes do pôr-do-sol e feche-os da mesma maneira. Na rua é mais perigoso, pois, quando se assustarem, podem se perder. Além disso, podem ser alvo de maus-tratos.


Forme toquinhas para o gato se esconder, pode ser colocando cobertores ou edredon dentro dos armários, embaixo e em cima da cama

Água, comida e caixinha de areia devem ficar distribuídos estrategicamente pelo quarto, sempre encostados na parede, para que não sejam derrubados.


Retire qualquer coisa que possa ser derrubada, quebrada ou derramada.



Observações sobre aves:

Cubra as gaiolas de pássaros e cheque cercados de cabras, galinhas etc.

Florais de Bach (Terapeuta Martha Follain)



Calmantes naturais também apresentam resultado bastante eficiente para os animais que se assustam com os fogos. As essências abaixo, combinadas, funcionam bem tanto para cães quanto para gatos:

rescue + mimulus + aspen + rock rose + cherry plum

Mande fazer em qualquer farmácia de manipulação ou homeopática SEM ÁLCOOL NEM GLICERINA e guarde na geladeira.


Dosagem:

- Para aves pequenas: 2 gotas da fórmula, 4 vezes ao dia, pode ser colocada no bebedouro;


- Para aves médias: 4 gotas da fórmula, 4 vezes ao dia, pode ser colocada no bebedouro;


- Para cães de pequeno e médio porte e gatos: 4 gotas da fórmula, 4 vezes ao dia, diretamente na boquinha;


- Para cães de grande porte e gigantes: 6 gotas, 4 vezes ao dia, diretamente na boquinha de seu amigão;


- Para cavalos ou animais de grande porte: 30 gotas, 4 vezes ao dia, no bebedouro.

Para se ter absoluto sucesso no tratamento, é interessante que se tenha continuidade no mesmo, não esquecendo de ministrar as gotinhas regularmente. Aconselha-se a começar o tratamento, pelo menos, 5 dias antes do natal e estendê-lo até o dia 3 de janeiro, já que algumas pessoas insistem em prolongar o foguetório.

 OMAR MANZANARES

                  Assessoria de Imprensa Para o Mundo Animal