Mary
Tyler Moore regressou para o plano astral de onde partem seres com missões de
alta nobreza como a de proteger nossos irmãos irracionais aqui na Terra.
Celebridades
que se dedicam a exaltar esse tipo de amor são a nata da espécie humana pois
suas ações tem grande repercussão midiática e se transformam numa usina de
exemplos de alta dignidade e coragem.
Por que
coragem ?
Porque
correm o risco de serem rotuladas de
excêntricas ao classificar como dantesco o “espetáculo” deprimente de matança
de golfinhos na ilha de Taiji no Japão. Uma mancha na história da humanidade
como tantas outras.
Ao se
lançar como um ícone na árdua luta para evitar a matança de focas recém
nascidas, Brigitte Bardot não necessita de fama e prestígio porque esses dois
quesitos já foram conquistados por ela na década de 50. É amor puro sob o manto
da compaixão e coragem para evitar essa monstruosidade que causa uma
repugnância indescritível.
Somos
obrigados a aceitar passivamente o argumento de que o ser humano faz parte da
natureza e a dita cuja é cruel ?
Linha de
pensamento que não resiste à uma análise superficial porque animais não degolam
seus semelhantes e jamais guardam mágoa e os humanos tem o grande exemplo a
seguir para deixar de matar através da crueldade absurda do terrorismo.
Os
protetores de animais preferem ser rotulados de filósofos sonhadores porque são
a extensão divina do sopro do criador que lhes deu vida com o destaque para o
contigente feminino, uma maioria absoluta em qualquer manifestação pública.
Que Mary
Tyler Moore seja coroada com a paz dos que cumpriram sua nobre missão de
protetora na sua passagem por este planeta que não merece o novo presidente do
país onde ela nasceu e venceu.
Omar Manzanares
Assessoria de Imprensa para
o Mundo Animal
