quinta-feira, 26 de julho de 2012

- Matadouros – A Crueldade Industrializada

 

O livro dos livros registra :
“E disse Deus: eis que vos tenho dado toda a erva que dá semente que está sobre a face de toda a Terra. E, toda árvore, cujos frutos dão semente, ser-vos-á para mantimento “ ( Gênesis 1:29).
É um registro de que seres vivos merecem compartilhar o direito à vida  com o homem e merece ser lembrada uma frase do grande artista e celebridade incontestável Paul McCartney: “Se matadouros tivessem paredes de vidro, ninguém comeria carne”.

Este alerta visa não somente preservar os animais do abate cruel, mas também a saúde do ser humano, pois nenhuma doença vem por acaso. Toda doença é fruto do erro de viver em desacordo com as leis da natureza.
Não existe nada mais em desacordo com a natureza do que comer carnes de animais transportados a longa distâncias e sujeitos a grandes sofrimentos para chegar ao matadouro. São aglomerados em veículos sujos e privados por muitas horas de alimento e água. Essas pobres criaturas são conduzidas à morte a fim de que seres humanos tenham uma refeição farta com seus cadáveres.
A carne, após ingressar no intestino humano, entra rapidamente em decomposição e surgem as toxinas, ou seja, venenos contra os quais o organismo humano não tem glândulas neutralizadoras como as tem os animais carnívoros e aves de rapina. Com a passagem do tempo, a presença desses venenos no organismo acaba se tornando um suicídio lento.
Quem escolhe ser vegetariano  nota  num curto espaço de tempo que seus sentidos se regeneram, pois tudo que envenena o corpo afeta o cérebro. A energia física torna-se uma consequência natural dessa regeneração mental.
 Diversas experiências  tem sido feitas no sentido de comprovar que vegetarianos, quando se exercitam, são capazes de efetuar duas ou tres vezes mais contrações musculares sucessivas do que os carnívoros.
Outro argumento incontestável é que os animais hervíboros são muito mais resistentes do que os carnívoros. O leão e o tigre, ferozes e valentes, não podem correr mais do que um quilômetro seguido sem ficarem cansados, enquanto um cavalo corre quilômetros sem apresentar sinal de fadiga.
É importante a consciência de que ingerir carne é embrutecer a natureza e privar os seres humanos daquele amor e simpatia que devem sentir uns pelos outros. São entre pessoas especiais dotadas desses sentimentos que surgem as entidades de proteção aos animais.
Essas entidades, apesar de sua piedosa intenção, serão muito mais autênticas a partir do momento que seus membros deixarem de comer a carne, produto embalado por muitos sofrimentos e atrocidades.
Nunca será tarde para concluir que somos o que comemos.

Por:  Omar Manzanares
Assessoria de Imprensa para o Mundo Animal